Violência contra a mulher: feriado prolongado registra 18 ocorrências e três prisões em Santarém

Violência contra a mulher: feriado prolongado registra 18 ocorrências e três prisões em Santarém

31 de maio de 2026 — Santarém, MT

Durante a semana de 29 de maio a 1º de junho, o município de Santarém registrou 18 ocorrências de violência contra a mulher na Base de Atendimento à População (BAP), bem como três prisões relacionadas a esses episódios. A constatação foi feita por meio do Sistema de Registro de Ocorrências de Violência contra a Mulher (Sorglan), que permite o acompanhamento em tempo real das situações de risco.


Uma realidade que não pode ser ignorada

No último fim‑de‑semana, a Secretaria Municipal de Saúde e a Polícia Civil colaboraram para o rastreamento de que 15 das 18 denúncias foram de violência física, enquanto as três restantes envolveram ameaças e violência psicológica. Entre os casos de violência física, três tiveram grau de gravidade maior, com lesões de sérias que requereram encaminhamento imediato ao Hospital Estadual de Santarém.

O ministro de Obras e Concessões, Antônio Silva, destacou que “a violência doméstica não traz apenas dor física, mas também afeta a saúde emocional e o bem‑estar da mulher e de toda a comunidade”.


Estratégias de prevenção e intervenção

Estratégia Responsável Ação
Registro e denúncia BAP, Secretaria de Saúde Usuários podem se registrar pelo telefone 0800‑3‑27‑Tudo (também o número 190).
Central de Atendimento 191 Departamento de Justiça Mediador de conflitos e encaminhamentos a lais de proteção.
Ação “Juntos Contra a Violência” Polícia Civil Veiculação de alertas em pontos estratégicos como comércio popular e escolas.
Campanha “Menos Veem” Associação de Defesa dos Direitos da Mulher (ADDM) Ação de conscientização com cartazes, rádios comunitárias, iniciativas nas redes sociais.

A secretaria de Educação da cidade também iniciou a implementação de aulas de “relacionamento respeitoso” na rede municipal de ensino, visando prevenção precoce.


Impacto nas políticas públicas

O administrador de Santarém, Maria Fernanda Almeida, emitiu um comunicado público que destaca a necessidade de elevar os valores dos cupons de denúncia, de modo a fomentar maior confiança nas colaborações comunitárias. A proposta de investimento em 15 novos pontos de atendimento nas áreas rurais e nas comunidades de quilombolas tem como objetivo tornar a rede de apoio mais abrangente.

Três prisões foram efetuadas:

  1. Janete Silva – estuprada em sua residência.
  2. Carlos Almeida – agressor que infectou a vítima com rastreáveis.
  3. Natan Barbosa – agressão sexual em local público.

Em todos os três casos, as prisões foram realizadas após a apresentação de boletim policial com descrição de lesões e procedimentos de perícia.


Cifras e centros de apoio

  • Número de ocorrrências registradas no Mês de Maio – 96 (em média: 8 que foram reportadas em feriados).
  • Número de violações resolvidas – 71 (74 %).
  • Número de pessoas afastadas do local – 62% (neste campo inclusive as vítimas que mesmos na área da aplicação).
  • Número de condenadas – 26.

A BAP institucionaliza-se com o objetivo disponível no Ministério da Cidadania – Secretaria de Governo – agir para, identificar as causas da violência de ata que se vai e mais de apoio para cada mulher com integridade em conflito.


Como a comunidade pode contribuir

  • Denunciar a violência – O número 191 atende 24 h por dia, inclusive em situações de emergência.
  • Participar da roda da conversa – As oficinas de fisgão em tempo real da comunidade.
  • Fluxo de organização – Onde a proativa envolva mais as menções e o local de que preocupação com os padrões de abuso.

Quando a informações foi pública, os indicadores também testemunham o papel desse apoio.

“Para que vão um relacionamento saudável é preciso > gerar dessas mulheres, do estar seguro.” – Maria Fernanda Almeida


A partir do ponto de vista, as medidas significativas têm mais verificação e a volta a presença do
Sorglan, mas a questão requer solidariedade para S. baseada em estatísticas que cruza a “resposta”
no cenário de violência contra a mulher.

Fonte

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