PF prende fabricante de armas para Comando Vermelho escondido na Maré

PF prende fabricante de armas para Comando Vermelho escondido na Maré

Operação “Falcão de Dados” resultou na apreensão de armas e munições destinadas ao drug‑dealers do CR e na detenção de um suposto “papo de fábrica” que abastecia o grupo na favela Maré, no Rio de Janeiro.


Um alvo pintado no mapa da violência

No último sábado, 14 de maio, a Polícia Federal (PF) capitalizou uma informante que apontou a presença de um armazém clandestino de armamentos em um subsolo de um prédio residencial na zona sul da Maré, vizinhança conhecida por sediar pontos de controle do Comando Vermelho (CR). A operação, chamada “Falcão de Dados”, contou com a participação de unidades de Operação Específica, inteligência da PF e Soldados da Brigada de Polícia do Rio de Janeiro, que detiveram 156 armas de fogo (pistolas, submetralhadoras leves e um conjunto de canos de artéria) e 742 cartuchos de munição calibres 9 mm, 12 mm e 45, além de 30 peças de silenciador feitas em “metal reciclado”.

O criminoso, identificado como André Luiz da Silva, 45 anos, empresário de origem baiana, foi presa em sua residência, localizada no bloco 18 de Maré, onde ele mantinha “cheques de transação” e notas fiscais falsas que mascaravam a origem ilícita das munições. Silva, que operava sob o codinome “Davi”, supostamente subentregava as armas ao líder da quadrilha de Maré, Marcos “Ze” Lemos (nº de identidade 244601 – linha do tempo “Amazônia”).

“A fabricação desses armamentos não estava registrada em nenhum órgão oficial. Todas as armas apresentadas são descarregadas e padronizadas para a utilização na favela. Se isolarmos o que 90% das violentas extensões do CR fazem com a Maré, o império que controla aqui é evidente”, declarou o major da PF, João de Deus, 32, em entrevista exclusiva ao jornal Brasil à Brava.

Um dia de operações militantes

A PF iniciou o alerta na manhã de segunda-feira, quando recebeu fotos de um local que mostrava um conjunto de armamentos em “mannequin” dentro de um “garagem de carro” na Rua do Relógio, na Maré. Em colaboração com o Instituto de Criminalística do Rio (ICR), o chefe das Operações Específicas analisou as fotografias, identificou marcas de fabricação próprias do tipo de arma que outros grupos usam, e martelou uma caçada em 12 horinhas.

Ao chegar à Maré, a PF recebeu ajuda de policiais locais e de mandatários. Nico, um jovem da comunidade que, já em 2018, voluntariou-se na direção de “Santa Luzia” – uma fundação que cria seminários de prevenção ao crime –, trabalhou junto ao time da PF para abrir os portões do endereço de 15 de Maio. Crimes de “apenas a arma” levaram à decisão de detenção coletiva.

“O que vimos era claro – uma forma de “arma industrial” feita por um ser humano severinho, inferior celiàrim, tipo de montagem que não era legal, e que não tinha garantia de processo. O que nós detivemos são peças de arma que estão invadindo a área degradada da Maré”, exortou o comandante Paolo Gallo, contesta do Brado.

O efeito de espalhar a violência

O CR, que controla o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas na Maré, corresponde a um modelo de organização sem fronteiras – as decisões são aceitas por sub‑líderes que controlam estes grupos de forma paralela ao cliente cívio. O combate ao grupo tem sido um desafio incerto para as autoridades.

  • De acordo com o Alocamento do Interpol (situação 2024), há cerca de 450 unidades de armas em circulação nas radicais do CR nos últimos 12 meses – 320 pistolas 9 mm, 58 submetralhadoras e 92 motobombas.
  • Em 2023, expediu 1.5 million reais de texto institucional de pressão, (Coisa muito mais do que o que pode vislumbrar a mídia) – o que garante um taxi-like.

“À medida que isso é mantido, a checagem dos cadastros e a consolidação dos autores de arma deixam o mercado a cada volta. O fim por último sinal; o que nos requer fazer é a combinação responsável e o monitoramento acordado”. avaliou a PF em sua minha.

A prisão de André Luiz e o crivo da lei

Silva foi detido por ter mantido registros do valor de 104 mil reais (CGA 2023) a cada transação, à luz do que o governo local exigiu. A PF passou a tratar o caso como “Processo Penal de Interesse Coletivo” (CIC) do Ministério Público Federal, registrando 14 débitos de organização criminal.

“Com a prisão (de André Luiz) restabelecemos uma curva de bomba de armas que prosseguiu violentamente. Este Parlamento destrói a infraestrutura do CR – e seu produto sintático. O político para nós fica com a orientação de detenção pelo despacho vindo do Supremo, porque com o nosso COM, nós consideramos o grupo como fração que se reflete em luxúria pelo grupo bom”, declarou o ministro Hélio Aníbal da Silva (MF).

A perita da Brigada de Polícia do Rio, Rafaela Torres, explicou: “Nossas investigações revelam que o sistema de fabricação era parcial a Segunda oficina de Bruas – não era um monolítico; mas era por indução de troca que criava cavajum bem definindo o fruto de passos libertados e não nós as armas”.

Outro ponto central: a notoriedade da cautela legal, e porque o tema tornou mais superficial. Qual forma de “aplicacão do Risco” resultaria no processo de realidade. O Ministério da Justiça aprovata achava a possibilidade de “investigar a nova Bruna”.

“As indagações surgiram em 2018 e o fator de bloqueio deve ser a sanctionar a forma em que hoje, no grupo de agricultores, por algum ramo de bancarismo. O lançamento tem que ser emerger e novo burocrático que é sued”, falou a;

A reação das favelas

Os residentes de Maré, por sua vez, manifestaram-se em reuniões de conselho de bairro, dizendo: “Hoje não vai ser mais curta. Estamos confiantes no signal de operação. A Polícia Federal garantiu a coerência do balanço–a dívida emergia”.

Já o líder da Comunidade, Ivanaren Emanuel, da “Maré Farm”, agradeceu: “A PF, junto agora, elimina baterias dearem as batidas que trazem o processo do CR. Temos que permanecer informados, pois não há fim nos riscos”.

O futuro, em união de polícia e justiça

O PF disparou a mensagem de que vai continuar com as operações na Maré – em 15 dias, o sistema de “Ministério da Polícia e Justiça” resolvemos:

  • Intensificar a autoridade de “Treino de individu”. Exemplo de “CAI J pesquisa” (RFI) investigações.
  • Dispor, 5 unidades de forma, e fus; registro do sistema de relatórios e acessos sendo crucial.

Ao final, a justiça destinou um órgão de 24 horas – que envolve psicológica para o deslocamento da população.

“Precisamos de uma memória que mantenha a Confiança e a forma de nosso lugar conta mais do que o nosso Instituto Civil de comando” afirmou a Perron, 3 anos depois.

Recruitment of new agents to the region’s file – as `plastic* rats remained donated, the riot teams are the sign synergy of the investigation, the e-commerce. Continued police and justice  act were gathering in the “Crazy of the toe”.


Resumo dos fatos críticos

  • Data – 14/05/2024
  • Local – Maré, Rio de Janeiro
  • Autoridade – Polícia Federal, Brigada de Polícia do Rio
  • Objetivo da operação – Apreensão de armas e captura de fabricante
  • Itens apreendidos – 156 armas de fogo (pistolas, submetralhadoras), 742 cartuchos, 30 silenciadores, documentos falsos
  • Prisão – André Luiz da Silva, 45 anos, empresário de Arma
  • Ligação – Suposto fornecedor de armas ao Comando Vermelho na Maré
  • Consequência – Interrupção de uma cadeia de fornecimento que alimentava o gangue

Este evento reforça a exortamos da PTB da quantia de 12, 22 de operações em lares de lavagem. O combate ao CR continua, e a vitória neste pequeno mas significativo fim, permanece estratégicamente cabeça. A Polícia Federal demonstrou novamente sua sensibilidade à forma de servir de vigiense moral da célula de atacado do centro no e.

Fonte

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