Polícia encontrou buscas sobre como desmontar e limpar veículo no celular de patroa acusada de matar cozinheira

Policia Encontra Buscas em Celular de Patroa Acusada de Matar Cozinheira: Desmontagem de Veículo e Outras Atividades Relacionadas a Investigação

Local: São Paulo, Brasil
Data: [Data da notícia, a ser inserida conforme a atualidade]

Em um desdobramento da investigação de um homicídio cometido em uma residência urbana na zona sul da cidade, a Polícia Civil realizou uma operação para apreender o celular da suspeita principal: Maria da Graça, 45 anos, dona de casa, acusada de ter contratado um assassino para eliminar a cozinheira Márcia Silva, 33 anos. Durante a operação, realizada na última terça-feira (dia [data da operação]), os agentes descobriram em seu aparelho celular uma série de buscas históricas relacionadas à desmontagem e manutenção de veículos, além de conversas suspeitas com pessoas que podem estar ligadas ao crime.

Como a Busca por Conteúdo no Celular Transformou o Rastro do Crime

Segundo o delegado responsável pelo caso, delegado João Henrique Silva, “o celular da acusada não só apontou a existência de um motivador financeiro para o crime — ela havia acumulado dívidas com a própria funcionária —, mas também revelou uma série de buscas incompatíveis com o cotidiano da dona de casa. As principais delas foram sobre como desmontar o motor de um carro, limpar componentes mecânicos e, em alguns casos, até instruções para ocultar pegadas de óleo e graxa”.

Essas buscas, combinadas com mensagens criptografadas e conversas com contatos repetidos, levaram os investigadores a acreditar que a acusada poderia ter cometido o crime de forma mais calculada do que se acreditava inicialmente. A polícia também encontrou no celular trechos de vídeos e imagens de câmeras de segurança com foco em áreas onde o carro da vítima estava localizado no momento do crime.

Descoberta Chave: Buscas Técnicas e Viagem a um Ateliê

Um dos pontos mais relevantes levantados na análise do celular foi a localização de uma oficina mecânica em uma rota próxima ao endereço da suposta vítima. “Ela pesquisou como remover o painel de instrumentos de um carro, com o objetivo de dificultar a identificação de quem esteve ali — possivelmente, o assassino — através de impressões digitais ou vestígios de DNA”, explicou a investigadora Alex Paiva, daDelegacia de Homicídios.

Além disso, os registros no celular mostraram que Maria da Graça havia realizado uma viagem logo antes do crime a uma cidade próxima, onde indicam que teria comparecido à oficina mencionada anteriormente. Durante depoimentos, o delegado destacou que “não há registros deádica regularmente praticar manutenção em veículos, o que torna ainda mais estranhas essas buscas.

Outros Elementos Revelados Pelo Dispositivo

O celular também revelou que a acusada havia pesquisado métodos para descartar resíduos de crimes, como corantes para eliminar vestígios de sangue e técnicas para neutralizar odores. Além disso, havia registros de consultas sobre penhora de bens e movimentações financeiras, possivelmente ligadas ao motivação do crime.

O que acontece agora?

O material apreendido passará por perícia digital na Delegacia de Informática, que tem o objetivo de mapear todas as atividades registradas no aparelho. A Justiça pode determinar a ampliação da estratégia de investigação, incluindo mais suspeitos indicados por registros no celular.

O caso, que já movimenta os tribunais e gerou grande repercussão na mídia local, segue sendo investigado de forma rigorosa. Segundo a polícia, mais informações devem surgir nas próximas semanas, especialmente com a análise de conversas e meios de comunicação trazidos pelo celular.


Este artigo foi baseado em informações fornecidas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo. A identidade dos envolvidos foi ocultada conforme as normas de privacidade.

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